inteligência emocional

susana rodriguez - 27/08/2013

 

Inteligência Emocional

Algumas pessoas sem problemas aparentes, algumas vezes exitosas no seu trabalho, apresentam dificuldades no que respeita aos relacionamentos e por causa disto se sentem infelizes.

Habilidades tais como se motivar, controlar os impulsos, gerenciar o humor, se comunicar com clareza, transmitir seus sentimentos ou mostrar empatia dependem de uma capacidade denominada por alguns autores como Inteligência Emocional.

Para o desenvolvimento da Inteligência Emocional uma das premissas seria aprender a conhecer as próprias emoções. Processo de autoconhecimento que inclui a capacidade de se controlar emocionalmente e por tanto se conduzir melhor inclusive em momentos de importantes decisões, crises ou qualquer momento de perda ou ruptura.

A capacidade de se serenar, se liberar da irritabilidade, ansiedade e a melancolia excessivas, permitem as pessoas se recuperar mais rapidamente de dificuldades e afrontar com maior fortaleza qualquer tipo de problema.

A empatia, capacidade de reconhecer as emoções em outras pessoas se situando no lugar do outro, é a base para qualquer relacionamento social. Muitos conflitos podem ser resolvidos praticando a capacidade empática. Expressar os próprios sentimentos, no momento adequado e no tempo preciso é outra questão que melhora a qualidade nos relacionamento e na vida em forma geral.

Outras habilidades ou conhecimentos são aprendidos desde pequenos, podemos então nos perguntar, esta inteligência ou inteligências emocionais são inatas ou as pessoas são capazes de aprender?

As pessoas têm a capacidade de mudar e de aprender sempre. Neste caso aprender a se conhecer, reconhecer seus próprios sentimentos, se controlar, ter paciência, escutar, se colocar no lugar do outro. Estas capacidades são trabalhadas em psicoterapia, habilidades que permitirão uma vida mais equilibrada e satisfatória